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Papo de Bar... O Amante dos Sonhos!


Uma certa vez no outro Blog, uma leitora comentou num texto da categoria Papo de Bar que para tal tipo de texto, parecia que a minha turma e eu íamos para o bar só pra falar de assuntos sérios, mas é que ela não sabe o trabalho que dá pra organizar uma galera bêbada e fazê-los falar apenas de um assunto.
A verdade é que as conversas de bares tem três fases durante a bebedeira, começa botando o papo em dia, falando de futebol, mulheres, da vida e do trabalho e coisas do tipo, aí o álcool começa a subir pra mente, então todo mundo vira intelectual, falamos de política, crise financeira, e atualidades realmente significantes, e quando o álcool desce do elevador no andar da cobertura mental, aí ferra tudo, nada que presta surge mais nas conversas, geralmente os assunto que mais surgem nessas horas são os podres, um contando os dos outros.
Então pra inaugurar o Papo de Bar nesse novo domínio, vou fazer diferente, pulei a etapa do estado etílico intelectual, e fui direto para o estado embriagado débil mental, e vou contar uma história divertida que surgiu na nossa mesa na última quinta, e quem contou, pasmem, foi uma amiga, a única mulher que havia no grupo nesse dia.
Essa amiga, há alguns meses, eu a apresentei para o meu primo, que tinha recentemente ficado solteiro depois de um bom tempo namorando uma mesma garota, e se deram super bem, depois de um tempo saindo juntos, como dizem por aí, começaram a se pegar, nada sério, sem exclusividade ou compromisso. E dessa relação aberta surgiu uma história bem interessante e divertida, que ela descaradamente contou na mesa do bar para uma turma que provavelmente fará da vida do meu primo um inferno, até que surja alguém com uma história melhor.
Segundo ela, eles saíram numa noite, foram a uma festa, curtiram, e resolveram sair mais cedo para se curtirem, se é que vocês me entendem. Foram para o apartamento dela, tomaram uma garrafa de vinho e foram pra cama, fazer, como diria Marcelo Rezende, aquele sapeca iaiá gostoso.
Ela fez um comentário que até então eu não havia escutado de uma mulher, ela disse que o legal de relações assim, é que não tem aquela necessidade de conversar depois do sexo, cada um vira para o seu canto e dorme despreocupadamente, e isso me fez rever alguns conceitos.
Continuando…
De manhã quando acordaram, ela olhou para o meu primo e perguntou se quando a acordou de madrugada, já fazia tempo que ele havia acordado, nisso meu primo totalmente confuso disse que não acordou durante a noite, e que dormiu feito um bebê, e que ela devia ter sonhado.
Então ela mostrou a prova do crime.
Ao lado do primeiro preservativo que usaram, havia um segundo, e ela explicou para ele:
“Cara, lá pelas 3 horas da madrugada você me acordou, arrancou minha roupa, transou comigo novamente, e foi até melhor que a primeira, depois sem nenhuma palavra virou pro lado e capotou no sono de novo. Foi estranho o seu jeito caladão, mas foi bom!”
Meu primo que tem problemas de sonambulismo de vez em quando, entendeu na hora o que havia acontecido, e ficou surpreso com a novidade em seu comportamento nesse estado, mas confessou para ela, que não perdeu a chance de fazer uma piadinha:
“Então quer dizer que ao invés de Viagra é só te dar uns dois comprimidos de Dramin que o prazer está garantido?”
Rimos muito quando ela contou essa parte, é claro, e passamos a hora seguinte bombardeando ele de mensagens cheias de piadinhas à respeito no Whatsapp.
E no final, ele acabou ganhando um apelido que com certeza vai pegar.
Então queridas leitoras, cuidado ao sair na noite paulistana, vocês podem encontrar por aí o “amante dos sonhos”!



Gill Nascimento

2 comentários:

  1. Quanto mais a pessoa ficar constrangida o apelido pega. Duas num noite a amiga tá bem, tem amiga que pra dar uma é um sacrificio.

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  2. O apelido é uma coisa engraçada e outra coisa, as vezes seu apelido de infância não é o mesmo de adulto e as coisas vão mudando, as vezes recebe um pior ou melhor, tudo depende...rs adorei o post. abraços.

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