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Crianças de hoje em dia...

Crianças de hoje em dia...



Estou vivendo uma fase muito legal da minha vida, além de ter realizado com a minha esposa o sonho de adotar uma criança, e agora ter em casa minha princesa Manu, com 33 anos de idade ganhei uma irmãzinha, uma coisinha loirinha que dá vontade de apertar e não largar mais, chamada Giulia, e agora com 7 meses de vida está hospedada em casa com meu pai e minha madrasta, que vieram passar cerca de 2 meses aqui em São Paulo.
No embalo dessa fase, tenho alterado um pouco minhas rotinas comuns, e sempre procurado tirar um tempinho para proporcionar lazer para essa criançada.
Recentemente juntei além da Manu e da Giulia, minha outra princesa, a Areta, minha afilhada de 7 anos, Amandinha, minha sobrinha de 4 anos, Gabrielly, e minha afilhada mais velha, de 9 anos, Laysla, e juntamente com seus pais fomos todos para passar um fim de semana em um sítio em Jundiaí, e isso me reativou várias lembranças.
Num certo momento, enquanto minha sobrinha e a Manu se divertiam na piscina, o restante da criançada (exceto claro minha irmã que é uma bebê ainda) estavam à beira, entretidas com celulares ou tablets, e aquilo simplesmente me dava agonia de ver.
Foi quando comecei a lembrar da minha própria infância.
As crianças de hoje em dia não sabem o que é diversão, não sabem como é bom rechear uma carteira com papel para que fique bem gordinha e atrativa, amarrar uma linha fina nela e colocá-la estrategicamente numa calçada bem movimentada, e puxar sempre que um adulto ganancioso tenta pegá-la. E como é ainda melhor quando esses adultos levam um tombo tentando pegar a carteira fujona.
Elas não sabem o quanto é engraçado encher a capa de uma bola com areia, deixar num lugar estratégico fingindo que a bola escapou com um chute mais forte, e quando um adulto passar por perto dela pedir pra ele chutar de volta, e depois correr dess
e adulto provavelmente possesso que correrá atrás de você mancando e xingando palavrões.
Essa criançada de hoje em dia não sabe como é hilário pegar algum líquido gosmento e passar na parte do phone de um orelhão e se esconder esperando que algum adulto precise usar e o coloque na orelha.
Faz 2 anos que deixei de morar em apartamento e passei a morar em uma casa, e durante esse tempo nunca aconteceu de alguém tocar a minha campainha, eu sair e não encontrar ninguém, e apenas ver algumas crianças ao longe correndo e rindo, fico até decepcionado.
Tem tantas coisas que essas crianças de hoje em dia desconhecem, como o medo que dá ao quebrar o vidro da janela de um vizinho com uma bolada, ou o desespero que bate quando a bola cai no quintal daquele vizinho que não tem Deus no coração.
Tantas coisas.
Comentando isso com minha esposa ela disse que na verdade ela acha que não são as crianças que não estão mais curtindo a infância, e sim que nem todas nasceram com um diabinho no corpo igual à mim, principalmente quando eu disse que fiz tudo isso que citei e muito mais.
Pensando como um adulto, pelo menos me livrei de passar por tudo isso que tanto proporcionei aos adultos da minha infância, mas seria legal ver outros passando por isso, não posso mais fazer essas coisas, mas adoraria assistir de camarote.





Gill Nascimento






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3 comentários:

  1. Eu tive uma infância tradicional e me sinto da mesma forma quando vejo as crianças atuais, me dá até agonia

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  2. Tive uma infância maravilhosa, não fui uma peste igual a você, claro, e também fico triste quando vejo as crianças de hoje em dia

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  3. Olá
    Eu tenho um filho de três anos. E ele brinca ein. Faço questão que ele brinque com coisas que não brincam sozinhas. Ele vê televisão, sim, mas não gosta muito. Ele prefere brincar. Quando vamos em qualquer sítio ou lugar com mais espaço, ele brinca até os olhos fecharem de tanto cansaço. Tenho primos de seis, sete anos que tem seu próprio celular e ficam colados naquilo o dia todo. Chega me dá agonia ver essas cenas. Eu fui uma criança que brincou muito e quero que meu filho faça o mesmo.

    Vidas em Preto e Branco

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